25 estatísticas sobre marketplace que você precisa saber

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Por Tatiana Michaud
7 min de leitura
11/02/2021

Em 2020, os marketplaces foram responsáveis por 78% do faturamento do e-commerce brasileiro, tornando o setor um dos que mais cresce na economia do país. Saiba mais!

Para escutar este conteúdo com estatísticas sobre marketplaces, você só precisa dar o play! 😉

O ano de 2020 não foi muito favorável para diversos segmentos do mercado brasileiro por conta da pandemia em decorrência do coronavírus. No entanto, esse cenário foi muito diferente para o comércio eletrônico.

De acordo com a 42ª edição do Webshoppers, que é atualmente o maior relatório sobre e-commerce do país, realizado pela Ebit|Nielsen, os marketplaces foram responsáveis por 78% do faturamento do e-commerce brasileiro em 2020

R$ 30 bilhões do faturamento dos seis primeiros meses do ano passado, são de lojas que fazem parte de marketplaces, o que significa um crescimento de 56% sobre o mesmo período de 2019.

Esse crescimento acelerado aconteceu principalmente pelo aumento de lojistas que adaptaram seus negócios e aderiram ao sistema online. Segundo dados divulgados pela ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), mais de 150.000 lojas online foram criadas entre março e julho no Brasil.

O mesmo levantamento apontou que, entre janeiro e junho do mesmo ano, os consumidores brasileiros realizaram cerca de 90,8 milhões de compras pela internet.

A pesquisa da Ebit | Nielsen aponta que 32% dos consumidores brasileiros não sabem o significado da palavra marketplace. Ainda que estejam diretamente ligados, marketplaces são um pouco diferentes de lojas online. Seu modelo de negócio é baseado em um sistema de plataforma, no qual diferentes lojas e lojistas podem vender produtos, da mesma forma como funciona um shopping só que em um ambiente virtual. 

Mesmo com um cenário tão promissor para o comércio eletrônico, é fundamental se manter atualizado em um mercado em que o nível de competitividade se torna cada vez mais elevado. A melhor estratégia para que um marketplace ganhe vantagem competitiva em 2021 é olhar atentamente para as estatísticas estatísticas que medem a evolução desse setor da economia.

Neste artigo, você conhece as principais estatísticas que avaliaram o desempenho do marketplace brasileiro em 2020. Vem com a gente!

Marketplace imagem descirtiva

O cenário do marketplace brasileiro

Um estudo realizado pela BigData Corp revelou que, em 2020, o Brasil chegou na marca de 1,3 milhão de lojas online. Esse número mais do que expressivo impacta diretamente nos marketplaces, que têm registrado o maior crescimento dos últimos 20 anos, de acordo com o relatório da Ebit | Nielsen que citamos no início deste artigo.

O estudo aponta que o número de visitas em sites brasileiros ultrapassou a marca de 1 bilhão durante 2020. No 2º trimestre do ano passado, houve um crescimento  de 95% de pedidos online e um aumento de 171% em unidades vendidas.

Ao avaliar operações dos chamados Bricks and Clicks, que são os modelos de negócio que atuam tanto em loja online quanto em loja física simultaneamente, houve um crescimento de 61% já nos primeiros seis meses do ano. Nesse tipo de loja, foram realizados 57 milhões de pedidos, o que representa um aumento de 54% em relação a 2019.

Já os Pure Players, que são modelos de negócio exclusivamente online, tiveram um faturamento de R$ 9 bilhões, o que representou um crescimento de 26% no total de vendas no segmento de marketplaces. 

Leia também: Como vender em um marketplace?

Produtos mais vendidos pela internet

Para entender melhor como o comércio eletrônico brasileiro se comporta, é necessário olhar para as categorias mais consumidas no período de um ano. Em parceria com a Movimento Compre & Confie, a ABComm fez um levantamento das 10 categorias mais consumidas pelo brasileiro em 2020. Confira a lista das mais populares:

  • Beleza e perfumaria: crescimento de 107,4%, faturamento de R$ 2,11 bilhões;
  • Móveis: crescimento de 94,4%, faturamento de R$ 2,51 bilhões;
  • Eletroportáteis: crescimento de 85,7%, faturamento de R$ 1,02 bilhões;
  • Eletrônicos: crescimento de 68,4%, faturamento de R$ 3,93 bilhões
  • Esporte e lazer: crescimento de 66,8%, faturamento de R$ 1,57 bilhões;
  • Telefonia: crescimento de 52,2%, faturamento de R$ 7,00 bilhões;
  • Eletrodomésticos: crescimento de 51,0%, faturamento de R$ 4,21 bilhões;
  • Informática: crescimento de 46,7%, faturamento de R$ de 4,20 bilhões;
  • Moda e acessórios: crescimento de 34,9%, faturamento de R$ 4,10 bilhões;
  • Ar e ventilação: crescimento de 17,2%, faturamento de R$ de 1,22 bilhões.

Leia também: 10 categorias que mais vendem no e-commerce

Qual é o perfil do consumidor online?

O comércio eletrônico é um dos setores que mais cresce na economia brasileira e tinha uma projeção de aumentar em 18% em 2020. Como já vimos até aqui, o ano passado surpreendeu até mesmo os especialistas na área com uma curva de crescimento inesperada no setor, o que trouxe milhões de novos consumidores. 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Neotrust, 7,3 milhões de brasileiros realizaram sua primeira compra online durante o primeiro semestre de 2020, o que provocou um aumento de 40% no setor do comércio eletrônico. 

Isso fez com que o Brasil chegasse à marca de 41 milhões de usuários ativos no e-commerce. Desse total, 58% compraram pelo menos 4 vezes em 2020, enquanto 20% finalizaram mais de 10 pedidos durante este período. 

O ticket médio também aumentou consideravelmente nos e-commerces brasileiros. No primeiro semestre de 2019, esse valor era de R$ 404 já no mesmo período de 2020, a média passou para R$427. Ainda que o público masculino faça menos compras online, o ticket médio das compras dos homens é mais elevado. Durante o primeiro trimestre do ano, o valor foi de aproximadamente R$ 475, enquanto o do das mulheres foi de R$ 360. 

Em termos de faixa etária, pessoas com idades entre 36 e 50 anos realizam mais compras online durante o ano. Até setembro, os dados da Neotrust apontam que a idade média do consumidor online brasileiro é de 37 anos.

Ao analisarmos as estatísticas do comércio eletrônico com foco na regionalidade, dados da ABComm mostram que o Nordeste apresenta o maior faturamento em relação ao ano anterior, com um crescimento de 60,9%. O segundo lugar fica por conta do Sudeste, que teve um crescimento de 54,9%. A região Centro-Oeste fica em terceiro lugar, com um aumento de 47,1%, seguida pelo Sul, com 39,2%. O Norte, por sua vez, registrou 44,1%.

Como estruturar o seu marketplace?

Com essa virada de chave no comércio eletrônico, acompanhar o ritmo e ainda se manter competitivo no mercado não é a tarefa mais fácil de 2021, principalmente quando o assunto é receber pagamentos. Claro que essa é a hora mais esperada de todo negócio, mas ao pensar em um marketplace, que lida com diversas lojas online simultaneamente, essa etapa precisa não pode travar o seu negócio. 

Com novos meios de pagamento chegando, como o Pix por exemplo, e o crescimento do setor não dando sinais de desaceleração, é fundamental abraçar o cenário promissor e apostar em soluções inteligentes na hora de gerenciar os pagamentos de um marketplace, como é o caso dos splits de pagamento, que possibilita a divisão de valores na plataforma, de maneira automática, na hora da autorização da compra entre as partes envolvidas na transação. 

O sistema inteligente de split de pagamentos da Juno oferece uma série de vantagens exclusivas para o seu marketplace, confira:

Leia também: Multisplit Juno: sistema inteligente de split de pagamentos para marketplaces

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